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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Meu primo querido...

“Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido”. Sl 91.7

E eu aprendi que quando alguém querido está longe e dentro de uma tragédia que você assiste nos jornais...
não importa o quanto de informação que se tenha, ela sempre será insuficiente e nunca te deixará satisfeito.





Viver isso é capaz de humanizar qualquer jornalista de pedra








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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Óleo de peroba para Boris Casoy ou motivos para não se orgulhar do jornalismo brasileiro (parte 1)


Para quem não viu:
Boris Casoy soltou um comentário durante a vinheta de abertura do jornal da Band no dia 31/12 após a exibição de votos de feliz ano novo de dois garis. Esqueceram o microfone dele ligado:
"que m... dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras" e "dois lixeiros, o mais baixo da escala do trabalho".


Quando a gente acha que o jornalismo já está suficiente cheio de profissionais anti-éticos e cheios de preconceito aparece mais um para "melhorar" a situação. Os jornalistas que apresentam jornais nas televisões assumem um papel de personagem social em uma pseudo busca desenfreada por uma credibilidade que não querem encontrar. A impressão que dá é que ninguém está ali acreditando no que faz, buscando ser melhor ou cumprindo com o dever de informar.
Muitos jornalistas olham todos "do alto de suas bancadas" e acham que têm uma visão de mundo melhor por isso. E o pior é ainda ter que ouvir a risadinha da outra apresentadora enquanto Boris Casoy faz seu infeliz (para dizer pouco) comentário.
O terrível é que ele continuará com a conhecida expressão de paisagem nos próximos jornais da Band.
É a velha história... alguns jornalistas estão precisando comprar óleo de peroba para passar em suas caras de pau.